Caros amigos (as),Entre os muitos fatos de 2009 relacionados à mídia exterior, dois merecem destaque: primeiro, a comemoração no Dia do Outdoor, em 31 de agosto, na Câmara de Vereadores de Salvador, Bahia. Segundo, a primeira reunião da diretoria da Fenapex (Federação Nacional da Publicidade Exterior), no dia 17 de novembro de 2009, na sede do Sepex-SP (Sindicato das Empresas de Publicidade Exterior do Estado de São Paulo).
Em Salvador, a Central de Outdoor-BA, hoje presidida por Roberbal Luania, realiza um excelente trabalho de relacionamento com o poder público, tanto assim que a Câmara Municipal aprovou o projeto de lei criando o Dia do Outdoor, prontamente sancionado pelo prefeito João Henrique. No dia 31 de agosto, em sessão especial comemorativa da data, a Câmara Municipal de Vereadores de Salvador recebeu a liderança empresarial da mídia exterior de todo o Brasil. (vídeo da homenagem)
Em São Paulo, a diretoria da Fenapex, sob a presidência de Ricardo Costa (PE), se reuniu pela primeira vez, para apresentar o planejamento estratégico de trabalho período 2010-2012. O mais importante ponto a destacar é a realização de um Fórum nacional para debater os vários fatores que envolvem a mídia exterior, desde sua importância como meio publicitário até os conflitos de legislações municipais que regulam o setor. (fotos do encontro)
Outro ponto a destacar foi a liderança de Raul Nogueira Filho, presidente nacional da Central de Outdoor, no trabalho no Congresso Nacional (Câmara e Senado) na tentativa de aprovar a lei que reintroduzia o uso do outdoor nas campanhas políticas. O projeto não foi aprovado, mas ficou claro o poder de liderança em defesa dos interesses do setor.
Uma associação de outdoor estadual – a Asdoor (Associação das Empresas de Outdoor e Similares do Interior de Minas Gerais) – graças ao trabalho de seus dois últimos presidentes, Eduardo Antonio de Pinho (2007/2009) e Ildes Pacheco (2009/2011), começou a ocupar o cenário nacional, resultado de suas lutas no Congresso Nacional, particularmente nas bancadas mineiras da Câmara e do Senado, em prol do reconhecimento da atividade empresarial da mídia exterior, projeto do senador Sérgio Guerra (PSDB-PE) e pela volta do outdoor nas eleições, projeto do deputado federal Roberto Magalhães, ex-prefeito de Recife.
Pelo reconhecido trabalho da Asdoor, a Assembléia Legislativa de Minas Gerais lhe concedeu o título de Utilidade Pública, projeto de lei sancionado pelo governador Aécio Neves.
Natal é festa, confraternização, comemoração. São castanhas, nozes, rabanadas. Nascimento, renascimento, amor, perdão, paz.
Nossa newsletter está em sua 21ª. edição. Foram 21 semanas regulares de noticias de nosso meio. Entraremos em recesso natalino, e estaremos de volta no dia 11 de janeiro, com nossa primeira edição de 2010.
Gostaria de agradecer as inestimáveis colaborações de nossa redatora Raquel Rocha e de nosso editor de web, Thiago Viana.
Para encerrar, deixo-lhes o poema “Outdoor”, de autoria do poeta nordestino Chico Theofilo.
Boas Festas.
José de Assis Tito
Vice-presidente da Fenapex (Federação Nacional da Publicidade Exterior), Vice-presidente do Sepex-MG (Sindicato das Empresas de Publicidade Exterior do Estado de Minas Gerais), Diretor da Asdoor (Associação das Empresas de Outdoor e Similares do Interior de Minas Gerais) e Diretor da Mídia Provider.
OUTDOOR
Chico Theófilo
Outdoor define épocas. Corre paralelo à história
é o coadjuvante de muitos sucessos,
é a grande e bela ilustração da vida.
A vida empresta ao outdoor a mais pura autenticidade.
Ele capta e revela em sua qualidade
a expressão do conhecimento humano
entrelaçado no contexto da cultura.
Cultura é como a soma de descobertas,
valores, hábitos, ideais, instituições na solicitação do dia-a-dia.
Se cultura é o que fica de tudo que você viu na vida,
no outdoor isso fica maior ainda (são vinte e sete metros quadrados).
O outdoor é uma lição de equilíbrio.
Sua variedade quinzenal; sua riqueza plástica,
suas cores policrômicas, sua luz e sua obviedade
revelam exuberante atração.
É a maior lição de proporção e harmonia,
volume, cor e movimento para o artista.
O outdoor vende ótica, carnaval, cursinho,
congresso, jornal, político, motel, viagens,
cachaça, vinho, vodka, uísque, ecologia,
fé, concursos... nele cabe tudo.
Desde o impacto das cores, a tipia, a forma, os volumes.
É a mídia das mídias. É o maior provocador das novidades.
Ele idealiza, equaciona, estabelece, resolve, amplia,
espalha e comunica o lado extraordinário da imaginação.
Sua imaginação cabe no outdoor.
Os acontecimentos de uma cidade, outro cenário ideal para o outdoor.
É um meio de venda, de denúncia, de clamor,
de demonstração de amor, bem-querer, de carinho.
Seu poder de registrar e interpretar o cotidiano não tem limites.
Agora num outdor não cabem todas as palavras.
Isso fica para os jornais, os folhetos, os broadsides.
Ele é a arte básica, concisa, natural,
figurativa que reflita uma interpretação.
É o espaço que se contempla. É a forma que intriga.
O plano que revela e distingue o bom do ruim,
o útil do inútil, o sábio do inepto.
O outdoor afirma a sua comunicação pelas artes.
Ele é indubitavelmente a interpretação
de uma cultura técnica do bem-saber-fazer.
É abrir os olhos e perceber. O sucesso não tem segredos.
Principalmente o que foi difundido no outdoor
e que tenha o sopro mágico da criação.
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